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A criatividade na agências de publicidades durante a pandemia

Diante da pandemia, como trabalhar a criatividade em uma agência de publicidade em meio aos impactos na saúde mental?

A comunicação dos profissionais de agências de publicidade está mais flexível e a prioridade para ações estratégicas está mais eficiente, a fim de enfrentar a crise da pandemia. Os desafios dos profissionais são de reinvenção e criatividade, pois com a atual realidade, novos hábitos de trabalho e consumo surgiram.

As prioridades foram modificadas e a relação do cliente com um atendimento está cada dia mais exigente, na medida em que a procura por um serviço gere resultados mais rápidos.

E como trabalhar a criatividade em uma agência de publicidade em meio aos impactos da pandemia que influenciam na saúde mental?

A comunicação é uma das prioridades estratégicas, e para isso, manter a criatividade dentro de uma agência publicitária é fundamental para que exista um comprometimento com os resultados.

Apesar da pandemia ter estabelecido novas realidades como: isolamento social e novos padrões de comportamento no trabalho, valores de empatia e solidariedade foram despertados, mas o que não mudou o fato de que surgisse o impacto negativo na saúde mental de muitas pessoas.

De acordo com dados da Inteligência em Pesquisa e Consultoria (Ipec), 39% das pessoas na faixa de idade entre 18 e 24 anos disseram que a saúde mental ficou ruim no período. Diante disso, é importante ressaltar que diretores de agências de publicidade criem estratégias de reinvenção e que estabeleçam ações para manter uma equipe motivada e engajada.

A saúde mental no trabalho precisa ser tratada como prioridade na agência, é o primeiro passo para que um colaborador produza com mais qualidade, além de um líder e/ou chefe conseguir reter talentos dentro da organização. O cotidiano requer ações criativas para que um projeto atenda as expectativas dos clientes.

Além disso, criatividade e performance tecnológica andam juntas. Com os meios de comunicação cada vez mais desenvolvidos, usufruir deles faz parte de um processo de criação que se adequa ao meio de trabalho.

Usar do Streaming é aproveitar as ideias originadas de site, blog, canal musical, redes sociais, e com isso estabelecer uma conexão com as demandas do trabalho. Inclusive gerar ideias dos meios de comunicação, através da televisão e do rádio, sendo fontes inspiradoras para novos temas.

O consumo de informação está cada vez mais digital, com a pandemia, o setor de streaming cresceu 26% em 2020, no qual muitas pessoas usufruíram da Netflix, Prime Vídeo, e outros. A plataforma já impactou mais de 1 bilhão de pessoas no mundo, ultrapassando o número de assinantes da TV a cabo.

Diante desses dados, uma equipe de agência de publicidade pode se inspirar através das séries, filmes ou músicas e criar novas ideias e/ou conceitos para a construção de uma campanha, arte, vídeo e inclusive, colocar pontos estratégicos nas reuniões de relatórios e de planejamento.

São atitudes que devem ser abordadas, pois a criatividade nasce não somente dentro de uma organização, mas em casa, em um momento de lazer e até mesmo assistindo a um vídeo ou ao ouvir uma música. Ideias criativas são bem-vindas e sempre estão atualizadas com as tendências da informação e da tecnologia.

A tecnologia é uma aliada da fertilidade de ideias e ações. Criar um ambiente de trabalho saudável permite mais fluidez de criação entre as equipes. Por meio de uma estrutura confortável e com acesso aos suportes tecnológicos, a produtividade acontece mais rápida, e com isso permite ao colaborador que explore novas ideias e criações.

Um estudo levantado pela TNS Research aponta que empresas que investem em tecnologia têm aumento na receita e, crescem aproximadamente 60% a mais em comparação com as empresas que descartam o investimento em tecnologia.

A combinação perfeita do streaming, tecnologia e atenção à saúde mental gera o aspecto criativo de uma pessoa, e encontrando-se em ambiente cultural em equilíbrio, consegue encontrar caminhos diante dos desafios na organização. A imaginação tende a ser explorada por tendências de diversos temas.

Em vista disso, cito algumas dicas que são de extrema importância aos gestores para inspirar a criatividade de uma equipe em agência de publicidade:

Reúna a sua equipe e realize dinâmicas;
Faça um Brainstorming (tempestade de ideias);
Mantenha a flexibilização de conversas informais (comunicação horizontal);
Indique séries, filmes ou vídeos o Streaming;
Motive a equipe;
Disponibilize um ambiente de criação (sala de atividades e/ou de descanso).
É possível cuidar da saúde utilizando as facilidades oferecidas pela tecnologia. Recursos do streaming são meios que compreendem essa afirmação, onde o mundo digital está totalmente inclusivo nos processos de criação, sendo oportuno para uma agência de publicidade que dia a dia precisa de ideias modernas. Concentre-se nas boas práticas e explore a criatividade!

(*) Leandro Rampazzo é CEO da agência de publicidade full service Godiva Propaganda e Diretor do Comitê de Franqueados do IBF - Instituto Brasileiro de Franchising.

(Fonte: Leandro Rampazzo * Homework) - 17/10/2021
Brasileiros passaram mais de 10 horas por dia na frente de telas

Segundo universidades mineiras, crescimento foi de mais de 60%, o que acarretou em danos para a saúde

Já não é mais novidade que o sonho do home office se tornou pesadelo em muitas famílias, mas um dado recente pode explicar ainda melhor o impacto da vida digital nos últimos anos. Um estudo elaborado por pesquisadoras de universidades mineiras revelou que a exposição às telas durante a pandemia aumentou de 6,5 horas para 10,5 horas por dia — é um crescimento de mais de 60%. A pesquisa também apontou prejuízos à alimentação e à prática de atividades físicas por causa do tempo extra no mundo digital.

O estudo, publicado na revista Public Health Nutrition, foi realizado em conjunto pelas universidades federais de Minas Gerais (UFMG), de Lavras (UFLA), de Ouro Preto (UFOP) e de Viçosa (UFV) e começou aproximadamente cinco meses após o início da adoção das medidas de distanciamento social no País. Ele foi projetado para verificar quais eram as mudanças nos hábitos da população no período da pandemia e, para isso, distribuiu questionários online de agosto a setembro de 2020 a pessoas com idade igual ou superior a 18 anos.

O estudo, publicado na revista Public Health Nutrition, foi realizado em conjunto pelas universidades federais de Minas Gerais (UFMG), de Lavras (UFLA), de Ouro Preto (UFOP) e de Viçosa (UFV) e começou aproximadamente cinco meses após o início da adoção das medidas de distanciamento social no País. Ele foi projetado para verificar quais eram as mudanças nos hábitos da população no período da pandemia e, para isso, distribuiu questionários online de agosto a setembro de 2020 a pessoas com idade igual ou superior a 18 anos.

Tamires Souza, doutoranda do Programa de Pós-graduação em Ciência de Alimentos da UFMG e uma das participantes da pesquisa, indica que diversos desses fatores se relacionam para a definição dos números. "Trabalhadores que mantiveram sua rotina inalterada, pessoas que relataram maior tempo de sono e pessoas que praticavam atividade física estiveram menos propensas ao excesso de uso de telas e dispositivos", explicou.

Andrea Jotta, do Laboratório de Estudos de Psicologia e Tecnologias da Informação e Comunicação, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), lembra também que o uso excessivo de tecnologia representa prejuízo para a saúde das pessoas quando há efeitos no mundo offline. Além do impacto na alimentação e no sono, há pessoas que se privam de sair para ambientes públicos, não se sentem seguras para enfrentar entrevistas de emprego presenciais ou até se sentem inaptas para desenvolver relações face a face.

Alimentação piorou
De acordo com o estudo feito pelas universidades mineiras, o cenário de pandemia e o excesso do digital interferiram negativamente nas ações no "mundo real". O aumento do consumo de alimentos ultra processados, lanches, doces e até do hábito de "beliscar" entre as refeições é um desses sinais. Tamires explica que essa relação entre o uso excessivo de telas e a piora das escolhas alimentares já vem sendo evidenciada em diversas pesquisas, que apontam que os "dispositivos digitais alteram reações de fome e saciedade e ativam vias metabólicas relacionadas ao estresse".

Já é sabido também que as redes sociais produzem um efeito hiperalerta nos usuários, dificultando o sono noturno. Como a pandemia permitiu que algumas pessoas dormissem até um pouco mais tarde, a pesquisa sinaliza ainda uma mudança na rotina dos voluntários, especialmente sentida nos hábitos alimentares. Houve maior adoção de lanches da madrugada e até abandono de algumas refeições, como o café da manhã e o almoço.

Para Andrea, o preparo da refeição e o contato com alimentos saudáveis também são alguns conselhos para a independência dos meios digitais. "O ser humano não mudou. Então mantenha a sua rotina, coma sentado numa mesa, saia de frente da tela, se permita meditar, cozinhe seu próprio alimento, faça exercícios físicos. A dica é usar a internet como forma de conquistar aquilo que você quer, mas pense antes naquilo que você quer", reforça.

Aumento acelerado
Um aumento do tempo de uso das telas já era esperado por especialistas, mas foi acelerado com a pandemia. "Com a chegada do 5G, a gente já sabia que viria uma grande massa de entrada na internet e que isso ia acontecer ao longo dos próximos cinco ou dez anos, atingindo as classes sociais em diferentes momentos, algo gradual. De repente, tudo passou a ser online", explica Andrea.

Embora o crescimento de mais 60% do uso diário seja um dado significativo, a psicóloga destaca que a quantidade de horas passadas em frente à tecnologia não é um parâmetro de saúde, mas a forma como essa experiência é administrada. "O que a gente vê de dano significativo do ponto de vista de saúde mental é para as pessoas que se perdem nesse uso", diz a pesquisadora da PUC-SP.

Para Tamires, o aumento da relação das pessoas com as telas reforça o que outros trabalhos já haviam apontado. Ela lembra também que, mesmo antes da pandemia, o excesso de tecnologia já foi indicado como causa para alterações da postura, maiores níveis de sedentarismo e até maiores índices de mudanças psicossociais.

Andrea ainda aponta que um sinal de vínculo positivo com o digital pode ser medido pela capacidade de se desconectar. "Talvez a saúde mental esteja nesse espaço onde a gente conhece a potência de desligar, sair fora, ficar três dias sem responder o WhatsApp, não curtir nada. A saúde mental está quando nos damos a possibilidade do off".

Conexões futuras
A segunda fase do estudo elaborado pelas universidades mineiras está em andamento e se refere à reaplicação do questionário após dez meses da primeira consulta. A expectativa é que até o final de 2021 os resultados conclusivos sejam apresentados. "Como a piora foi percebida de uma forma global, caso se perpetue, poderá interferir no agravo da situação de saúde com o aparecimento e piora das doenças crônicas, altamente impactadas pelos hábitos e estilo de vida", explicou Tamires.

Mesmo assim, a retomada para o mundo offline vai exigir calma. Andrea diz que o fim das restrições e a retomada da vida presencial devem ser encarados com paciência quando o assunto é tecnologia. "Temos que entender que a ruptura foi traumática e, então, o retorno será gradual. Não adianta a gente achar que vai romper com o que viveu nos últimos dois anos", diz.

Não faça selfie com carteira de vacinação: entenda o perigo

Documentos de identidade são negociados na dark web entre US$ 0,50 centavos e US$ 25. Inclusive as informações que você mostra na foto.



Desde que o Brasil deu início à campanha de imunização contra a Covid-19, em janeiro deste ano, muitas pessoas passaram a compartilhar em suas redes sociais
fotos com a carteira de vacinação em mãos como um gesto de euforia e felicidade pelo momento.

No entanto, em vez de divulgar somente a alegria do momento, o ato pode expor informações pessoais que podem servir de combustível para os cibercriminosos
criarem golpes personalizados.

A selfie contém nome completo, CPF, número do SUS, o local da vacinação e até mesmo a assinatura do profissional que aplicou o imunizante.

Isso faz parte de um movimento muito comum na internet onde usuários, independentemente da idade, publicam imagens de documentos pessoais e dados biométricos
na ânsia de compartilhar momentos alegres como uma viagem realizada ou a conquista de um novo emprego.

Até mesmo selfies com o famoso "V" da vitória são um risco para a segurança. Ou seja, os usuários compartilham voluntariamente seus dados pessoais e, até
mesmo, corporativos (quando publicam informações relacionadas ao seu trabalho), deixando-os em exposição nas redes sociais.

Um estudo Kaspersky sobre os hábitos online dos usuários revela que 40% dos brasileiros acreditam que seus familiares compartilham informações pessoais
demais nas redes sociais. Além disso, em uma outra pesquisa com usuários de toda a América Latina, a Kaspersky descobriu que 19% se arrependem de um dia ter
postado algo na internet que possuía informações pessoais relacionadas, entre outras coisas, à sua localização, família ou trabalho.

Dados biométricos são as características biológicas ou físicas que podem ser usadas para identificar indivíduos, tais como impressões digitais,
reconhecimento facial ou até mesmo varreduras de retina. Atualmente, estes são alguns dos métodos mais utilizados para acessar dispositivos, tais como
smartphones, tablets ou computadores; mas também podem ser usados para acessar contas bancárias ou serviços, tais como migração, entre outros. Portanto,
existe a necessidade de modificar certos comportamentos que podem colocar em risco a privacidade e as informações dos usuários.

“Ainda que existam muitos fatores que devem ser atendidos para obter nossa impressão digital a partir de uma selfie, tais como resolução de imagem,
proximidade e iluminação, as câmeras de telefone celular estão ficando cada vez melhores e não há razão para arriscar”, adverte Fabio Assolini, analista
sênior de cibersegurança da Kaspersky. “Embora possa parecer algo saído de um filme de ficção científica, se a imagem for nítida, é possível que os
cibercriminosos aproveitem esta situação e façam uso desta informação, que é única e serve como um método de autenticação.”

Da mesma forma, a publicação do crachá de funcionário pode gerar problemas de segurança e de reputação para uma empresa, uma vez que pode facilitar a cópia
do formato pelos criminosos e se passarem por trabalhadores, incluindo o proprietário do documento, para cometer fraudes.

O especialista também aponta que o compartilhamento de selfies com identificações oficiais pode resultar em informações sensíveis deixadas nas mãos de
terceiros, que podem usá-las indevidamente ou vendê-las a quem fizer a maior oferta.

Recentemente, a Kaspersky publicou uma investigação revelando que documentos de identidade, tais como carteiras de motorista e passaportes, são negociados na
dark web entre US$ 0,50 centavos e US$ 25. E uma fotografia com documentos pode ser encontrada por US$ 40 a US$ 60.

“Embora a Internet nos permita compartilhar nossas realizações com a família, amigos e colegas, é fundamental entender que a publicação de informações
pessoais nas mídias sociais é contra nossa privacidade e acarreta riscos. Não se trata de apagar e fechar nossas contas, mas de pensar antes de postar e
compreender as possíveis consequências para evitar compartilhar informações sensíveis que nos identifiquem como indivíduos”, comenta Assolini.

Para evitar que você comprometa sua privacidade nas selfies e posts que publica, a Kaspersky recomenda:

Evite publicar imagens de documentos oficiais. Frequentemente, esses materiais incluem um número de registro, sua assinatura e detalhes pessoais que podem
facilitar a clonagem;

Minimize a exposição de seus dados na internet. Por exemplo, se vai postar uma selfie fazendo o "sinal de positivo" ou o "V" da vitória, cuide para que seja
em uma distância considerável;

Esteja atento às informações pessoais que você compartilha online. Lembre-se que tudo que você posta na internet corre o risco de cair em mãos erradas e/ou
pode ser usado para doxing;

Verifique sempre as configurações de permissão dos aplicativos que você usa. Isto minimizará a probabilidade de seus dados serem compartilhados ou
armazenados por terceiros - e outros - sem o seu conhecimento;

Verifique quais serviços estão conectados às suas contas online e quem tem acesso a eles. Você pode usar o Kaspersky Privacy Checker para descobrir como
alterar as configurações de privacidade nos serviços online, incluindo redes sociais, e assumir o controle de seus dados pessoais.

(Fonte: Redação Homework) - 04/10/2021
O corpo fala: não passe vergonha nas videoconferências

As videoconferências agora fazem parte da rotina no atual mundo do trabalho. Mas as situações embaraçosas também. Veja como evitá-las.



Já imaginou bater aquele sono no meio da reunião em vídeo? Ninguém está livre disso
Foto: Scott McLeod / VisualHunt

Há expressões corporais que falam mais do que muitas palavras e podem trazer situações desagradáveis no ambiente de trabalho. Reuniões virtuais provocam desconforto, irritabilidade e potencializam o estresse. Ou seja, coisas que a gente não gosta de demonstrar em público, sobretudo, por educação.

Mas o que fazer para não transparecer esse tipo de emoção, sobretudo, no ambiente corporativo, onde lidamos com pessoas que merecem toda a nossa gentileza e atenção?

A resposta, segundo a especialista em comunicação corporativa, Juliana Algodoal, está não apenas na expressão oral, mas principalmente na expressão corporal.

"Afinal, o corpo também fala!", destaca ela, que é professora PhD em Análise do Discurso em Situação de Trabalho e tem mais de 30 anos de experiência na prestação de consultoria a executivos, políticos e gestores de grandes empresas.

Se até mesmo num papo informal, com velhos amigos, pega mal demonstrar impaciência, pressa ou qualquer outro tipo de incômodo, imagine então com um cliente, com um chefe ou uma autoridade?

“Geralmente, nesse tipo de situação, as pessoas instintivamente ficam atentas com a própria fala (ou seja, com o tom de voz, a eloquência) para não demonstrar sono, desinteresse, raiva etc. O que elas esquecem, contudo, é que o corpo também se comunica! - e, igualmente a voz, evidencia nossos sentimentos, mesmo quando queremos (ou temos que) escondê-los. Ou seja, assim como a fala, as expressões corporais também devem ser verificadas com atenção.

Especialmente agora, que as relações estão cada vez mais digitais”, explica Juliana.

Ela lembra que, diferentemente das reuniões presenciais, onde os participantes geralmente observam quem conduz o encontro e isso centraliza o público, nas reuniões virtuais as pessoas olham para você o tempo todo e, pior, você se enxerga o tempo todo, o que acaba provocando um excesso de autoavaliação e, consequentemente, estresse.

“Essa questão foi alvo de um estudo recente da Universidade de Stanford, que concluiu que o usuário normalmente tem a sensação de prisão diante da tela e pouco se mexe ao longo das videoconferências. Trata-se de um problema vinculado diretamente à expressão corporal e que pode ser facilmente trabalhado a partir de técnicas simples, largamente utilizadas, além, claro, do descanso que é recomendável a todos - embora nem sempre possível”.

Mesmo diante da tela e de tantos expectores, ela garante que é possível interagir de forma mais leve e natural, harmonizando a fala e o gestual, ainda que o cansaço e o estresse sejam latentes. Tudo, claro, em nome do profissionalismo e das boas relações corporativas.

Para ajudar o público nessa difícil missão, Juliana Algodoal separou sete dicas que incluem cuidados com o corpo, com a fala e condutas mais aconselháveis para o ambiente corporativo, durante as reuniões virtuais:

- Assim como a voz, o corpo também transmite nossas emoções, portanto, controle o seu gestual para usá-lo de forma suave e calma. Evite, por exemplo, ficar mexendo a cabeça, esfregar/coçar o rosto, olhar para os lados. Tente, na medida em que a tecnologia permitir, olhar nos olhos das pessoas com quem conversa virtualmente, para criar conexão.
- As mãos também expressam muito dos nossos sentimentos. Mostrá-las não é algo ruim, mas sem exageros. Gestos suaves demonstram calma, confiança e engaja melhor quem assiste você. Do contrário, demonstram nervosismo;
- Evite marcar uma reunião virtual se o assunto puder ser resolvido por e-mail ou com um telefonema, pois reuniões virtuais são mais cansativas;
- Fazer reuniões de, no máximo, 30 a 40 minutos. Se forem mais longas, conciliar com pequenos intervalos;
- Buscar ter espaços de trabalho em casa confortáveis minimiza o estresse e ajuda na produtividade;
- Pausas sonorizadas como: “ãhn” e “humm” poluem sua fala e tiram o foco do conteúdo que está transmitindo;
- Usar o headset ou fones de ouvido nas reuniões aumenta o foco e reduz o ruído ambiente. Experimente.

(Fonte: Redação Homework) - 04/10/2021
Novas tecnologias para salvar vidas

O céu não é o limite

Zangão. Veículo aéreo não tripulado. Drones. Um equipamento que pode ser controlado à distância, de forma cibernética, por controladores eletrônicos ou através de supervisão humana. Nasceu como suporte a ações de guerra e reconhecimento. Grande aliado das tropas, teve a tecnologia subsidiada por exércitos mundiais. Com o tempo, o drone se tornou uma febre e começou a ser usado de forma pacífica e para entreter. Na rotina diária de civis e trabalhadores, esse zangão pode ser encontrado nos mais diversos formatos hoje em dia. Dos mais simples aos mais sofisticados, o sonho de pilotar da criançada e dos adultos,
inclusive!! virou uma realidade.

Dentre as novas tecnologias dos drones, destaque para uns que estão aprendendo a reconhecer gritos humanos, para poder auxiliar nas buscas por sobreviventes de desastres naturais. O desafio de cientistas alemães promete ser uma ferramenta fundamental para socorristas realizarem o seu trabalho. Não é de hoje que os drones já salvam vidas. Ano passado, enquanto fazia um voo com o aparelho, um professor universitário americano resgatou uma mulher que estava inconsciente em uma praia. A pequena aeronave sobrevoava o mar para observar uma ressaca que acontecia na região. Foi aí, que para sua surpresa ele avistou uma pessoa caída ao lado de um cachorro na beira da água. Se ela não tivesse sido vista, teria se afogado. Aqui no Brasil bombeiros já usam quatro mini aviões para auxiliar no combate a dengue. Eles são munidos de câmera térmica e lentes de zoom de aumento.

Com a variante delta, novos ataques cibernéticos surgiram nos últimos meses com golpes de e-mails relacionados à pandemia. Tentativas de phishing do Covid-19 aumentaram. Muitos destes e-mails pedem um comprovante de vacinação ao usuário. Uma maneira de roubar credenciais e dados. Quando as pessoas estão assustadas e ansiosas cometem mais erros. E os bandidos online se aproveitam muito disso. Não clique em links e anexos nestes casos. Fique atento e tenha também um Terra Antivírus para te proteger mais. Esteja seguro.

(Fonte: Anna Paola Fragni) - 16/09/2021
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Sobre o Portal da 25 de Março

O Portal da 25 de Março foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área doméstica em geral.