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Notícias na 25 de março

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Samsung Ocean USP oferece aulas gratuitas sobre Inteligência Artificial e Data Science

Inscrições estão abertas. Aulas sobre Machine Learning e Deep Learning também integram grade de 2019

O Samsung Ocean USP, iniciativa em educação da companhia no Brasil em parceria com a Universidade de São Paulo, abriu as inscrições para a temporada de treinamentos e workshops de 2019. O programa deste ano traz uma novidade: pela primeira vez, oferecerá aulas sobre Inteligência Artificial (AI, na sigla em inglês) na grade regular. Os treinamentos são gratuitos.

O curso “Inteligência artificial: entenda o que é e como está presente no seu dia-a-dia” vai de 28 a 31 de janeiro. As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas no site do Ocean ou no aplicativo do Ocean.

“No ano passado, fizemos alguns eventos que abordaram Inteligência Artificial. Agora, iremos oferecer treinamentos e workshops recorrentes a toda a comunidade sobre o tema, começando já em janeiro”, conta Guilherme Selber, gerente de Inovação da Samsung América Latina. “IA é um assunto que vem ganhando espaço na vida das pessoas e o curso é uma oportunidade para que elas possam compreender o impacto na sociedade e também as tecnologias sendo utilizadas pelo mercado”, completa.

Além do curso sobre Inteligência Artificial, também estão disponíveis aulas sobre “Fundamentos para Data Science”, “Data Mining e Machine Learning com Orange” e “Introdução ao Deep Learning com Python e Keras”.

O Ocean é uma iniciativa da Samsung no Brasil que fomenta a criação de empresas de base tecnológica (startups). Com instalações modernas, o programa oferece gratuitamente capacitação técnica combinada com temas relacionados à usabilidade e ao empreendedorismo, além do contato com especialistas da empresa e do mercado durante todo o ano. Mais de 52 mil pessoas já passaram pelo Ocean e cerca de 2.400 sessões de treinamentos, workshops e eventos foram realizados pela iniciativa.

Serviço

Data: de 28 a 31 de janeiro de 2019

Local: Samsung Ocean USP

Endereço: Av. Prof. Almeida Prado, 531, Cidade Universitária – SP

Prédio da Engenharia de Produção da Escola Politécnica da USP

(Fonte: @idgnow Da Redação Terra) - 21/01/2019
Spotify lançará recurso para silenciar os artistas que você não quer ouvir

Ferramenta vem na esteira das alegações de abuso sexual contra o rapper R. Kelly feitas em documentário recentemente lançado

Em breve, usuários do Spotify poderão silenciar aqueles artistas que não querem mais ouvir na plataforma. Segundo informações do The Verge, o serviço de streaming está finalizando um recurso, algo como um botão "não toque este artista", na última versão do seu app para iOS. Ao ativá-lo, você conseguirá bloquear todas as músicas de um artista, ignorando suas criações quase que por completo, incluindo aí playlists, biblioteca de músicas e até mesmo as estações de rádio no Spotify.

Como a reportagem explica, o recurso funcionará apenas para as músicas de um artista individual. Ou seja, aquelas em que o(a) artista divide a canção com outro não passará pelo filtro.

Mas por que o Spotify liberaria um recurso como este? Segundo informações do site Thurrott, a companhia tinha decidido não oferecer o botão depois de "sérias considerações" em 2017. A decisão de voltar atrás, aparentemente, vem sob pressão da opinião pública.

Um documentário recentemente lançado no canal Lifetime reuniu graves alegações de abuso sexual contra o rapper R. Kelly. "Surviving R. Kelly" (Sobrevivendo a R. Kelly) detalha 25 anos de acusações de violência sexual e abuso que o artista teria cometido. Um protesto levantado pela hashtag #MuteRKelly nas redes sociais ajudou a jogar mais luz às acusações.

O Spotify já tinha previamente tirado as músicas do artista de suas listas recomendadas, porém elas ainda se encontram disponíveis no serviço. Por enquanto, a companhia ainda não anunciou oficialmente uma data para liberar a funcionalidade para todos os usuários e quando ela deve chegar para o aplicativo em aparelhos Android.

(Fonte: @idgnow Da Redação Terra) - 21/01/2019
Netflix aumenta valor da mensalidade para assinantes nos EUA e outros mercados

Aumento será de 13% a 18% dependendo do plano contratado. Usuários no Brasil não serão afetados

Assinantes da Netflix nos Estados Unidos e em alguns mercados da América Latina passarão a pagar mais pelo serviço de streaming. Segundo informações do site
TechCrunch, trata-se do maior aumento da mensalidade desde que a companhia lançou a plataforma há 12 anos.

Dependendo do plano contratado, o aumento será de 13% a 18%.

A assinatura do plano mais popular, que dá acesso ao streaming em alta definição e a até dois aparelhos simultaneamente, passará de US$ 10,99 para US$ 12,99 por mês. Já o pacote para apenas um aparelho custará US$ 8,99 mensais enquanto o plano para quatro telas cobrará US$ 15,99.

Vale ressaltar que, pelos menos por enquanto, usuários brasileiros não serão afetados pelo aumento de preço. Procurada pela redação o IDG Now!, a Netflix Brasil informou que "A Netflix aumentou os preços nos Estados Unidos e em alguns mercados da América Latina e do Caribe onde a cobrança é feita em dólares, o que não inclui o Brasil. As alterações nos preços são específicas para cada mercado e esse aumento não influencia ou indica que haverá uma mudança em outras regiões".

O último aumento no Brasil se deu em 2017, quando o plano premium para quatro telas subiu de R$ 29,90 para R$ 37,90. Atualmente o pacote básico sai por R$ 19,90 e o padrão por R$ 27,90.

O aumento nos EUA, segundo a Netflix, reflete os investimentos da plataforma em tecnologia e conteúdo. “Nós mudamos o preço de tempos em tempos a medida que continuamos investindo em entretenimento de qualidade e melhorando a experiência Netflix em benefício de nossos usuários”, declarou a companhia em nota reproduzida pelo TechCrunch.

A novidade refletiu positivamente no valor das ações da Netflix. Nesta terça-feira (15), os papéis da companhia valorizaram cerca de 6%.


(Fonte: @idgnow Da Redação) - 16/01/2019
Como empreender no seu emprego atual

Alinhamento com a cultura e os valores da empresa são elementos fundamentais para conquistar esse objetivo

Sair da zona de conforto e ter a inovação como foco não são características exclusivas de quem quer abrir um negócio próprio. Empreender está muito ligado em criar soluções para problemas comuns e, dessas ideias disruptivas, gerar um negócio. Portanto, quem se mantém inquieto e propõe mudanças que acarretam no aumento da produtividade do time e no desenvolvimento de novos negócios, mesmo que

em uma organização já estabelecida no mercado, está empreendendo.

Empreender no trabalho é um desafio, pois como estamos sempre focados em demandas operacionais e prazos, pensar em soluções novas e propor melhorias, muitas vezes, acaba ficando em segundo plano.

Aí é que entra o diferencial da cultura empresarial.

Em companhias que entendem o fluxo de trabalho dos colaboradores e promovem o bem-estar com ações para descompressão e incentivo à criatividade — como salas de jogos, momentos de descanso, ambientes pet-friendly — sair da caixinha e pensar além do trabalho do dia a dia é natural.

Neste caso, saem ganhando empresa e funcionário. Por um lado a companhia incentiva que os profissionais se sintam melhor no ambiente do trabalho, sejam mais produtivos e contribuam para o crescimento do negócio; e por outro, os colaboradores se capacitam e têm a oportunidade de crescer na instituição.

Eu já trabalhei em empresas, internacionais inclusive, de diferentes setores como de petróleo, metrologia e microprocessadores. Nelas eu percebi que aprender o core business é essencial para poder ter uma visão sistêmica de todas as áreas, a ponto de conseguir enxergar pontos de melhorias e poder propor mudanças.

Para isso, porém, é preciso ter um alinhamento com a cultura e os valores da empresa, só assim será possível fazer sugestões que façam realmente sentido. Quanto mais engajado o colaborador tiver, melhor será a visão que ele tem do negócio, a percepção da cultura e o aceite de suas sugestões.

Na Cheesecake Labs, que nasceu da amizade de quatro amigos em Florianópolis, entrei como engenheiro de software para contribuir com a programação de aplicativos web e mobile. Com uma cultura inovadora, a empresa possibilitou que eu empreendesse dentro dela e propusesse novas soluções e rotinas em todas as áreas da empresa. A experiência e a visão ampla do negócio possibilitou que, com a saída dos sócios-fundadores para o conselho da empresa, eu pudesse liderar a equipe.

O crescimento profissional, portanto, não depende de uma grande reviravolta. Ele está mais ligado à construção diária de oportunidades e relacionamentos. Se você quer mudar de vida, comece encarando o seu trabalho atual de uma forma diferente e empreenda dentro do cargo. O crescimento é consequência.

MP quer derrubar vídeos de youtubers mirins sobre brinquedos

Para promotoria, crianças estariam sendo usadas por empresas para fazer propaganda infantil abusiva

SÃO PAULO - Apresentadora de um canal com 4.257.198 seguidores no Youtube, a estudante Julia Silva, de 13 anos, está se sentindo exposta pela primeira vez. A menina que faz sucesso na internet abrindo bonecas novas em frente à câmera, mostrando o próprio quarto ou compartilhando passeios com a família foi alvo de uma série de notícias nesta semana após o Ministério Público de São Paulo (MPE) pedir à Justiça que o Google derrube 102 vídeos dela e de outros seis youtubers mirins.

Para a promotoria, eles estariam sendo usados por empresas para driblar a lei e fazer propaganda infantil abusiva. Nos vídeos, os jovens influenciadores digitais aparecem desembrulhando brinquedos e mostrando detalhes, modalidade conhecida por "unboxing". Também exibem material escolar, falam de novidades no cinema ou programas na TV - segundo o MPE, formas de propaganda disfarçada e ilegal.


O inquérito foi instaurado após denúncia do Instituto Alana, ONG voltada para direito das crianças. No caso de Julia, a promotoria questiona uma serie de 12 vídeos, feitos em 2016, que foram contratados pela fabricante de brinquedos Mattel. Na sequência, a youtuber mirim brinca com bonecas Monster High (franquia de fashion dolls) e promove "desafios culturais" para as crianças. Os vencedores conheceriam a sede da empresa e se encontrariam com a youtuber.

Os responsáveis por Julia negam irregularidades e se dizem preocupados com o impacto da repercussão para a garota. "É uma situação revoltante porque estão imputando à minha filha um delito que ela não cometeu, foi tudo legal", afirmou ao Estado o engenheiro eletrônico Dreyfus Silva, de 42 anos, o pai da youtuber. "Ela não consegue entender por que está sendo exposta", disse. Segundo o pai, Julia estaria "triste", mas disposta a continuar com a atividade do canal.

Propaganda
Para o MPE, a estratégia da fabricante serviria para estimular o consumo por parte das crianças, grupo considerado vulnerável. "A informação de que se trata de promoção paga e de que o patrocínio da campanha era daquela empresa aparecem de forma não destacada", grifou na petição o promotor Eduardo Dias de Souza Ferreira. "Ambos podem passar despercebidos para um adulto, quanto mais por uma criança."

Já a família de Julia alega que a campanha é uma "publicidade clara" - e não velada - e representaria menos de 10% do conteúdo do canal. Também diz ter comprado todos os brinquedos exibidos no Youtube, mesmo os da Mattel. "Os outros vídeos são conteúdos editoriais. A intenção sempre foi mostrar o que Julia gosta de fazer. Nunca foi estimular o consumo", afirma a mãe e advogada Paula Queiroz, de 40 anos.

Os pais argumentam que o material publicitário não foi veiculado na plataforma Youtube Kids, estaria sinalizado com "todas as ferramentas" disponíveis na rede social e tinha mecanismos para evitar que crianças conseguissem participar sem anuência dos pais. "O concurso exigia que o responsável preenchesse um formulário com dados, inclusive CPF", diz Paula.


Segundo a família, a série alvo do MPE foi gravada em São José dos Campos (SP), onde eles moravam na época. "Tudo foi acompanhado por um promotor local e havia um alvará da Justiça permitindo que Julia fizesse a publicidade", diz Silva. "Foi um contrato profissional."

Há cerca de dois anos, a youtuber mirim mora em Quebec, no Canadá, onde estuda em tempo integral. Ela cursa o equivalente ao 9.º ano do sistema brasileiro e foi premiada por manter média global acima de 90%. É fluente em inglês e francês e publicou três livros - um deles em Portugal. "O canal no Youtube não atrapalha, ela grava de duas a três vezes por semana, quando tem tempo, mas o estudo é prioridade", diz a mãe.

Para os pais, falta clareza à regulamentação e restrições legais sobre publicidade infantil no Brasil. "Acho justo abrir um debate sobre o tema, o que não é correto é perseguir uma criança", afirma Silva. "Se algum vídeo estiver ferindo a legislação, não vamos ter problema nenhum em tirar do ar."

Criança é alvo de anúncio disfarçado, diz MPE
A ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual (MPE) cita sete youtubers mirins e 15 empresas. Entre elas, estão o canal de TV a cabo Cartoon Network e a Arcos Dourados, maior operadora da rede de restaurantes McDonalds.

O MPE recorre ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a normas do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) e do Código de Defesa do Consumidor (CDC) para fundamentar a petição. No pedido de liminar, requer à Justiça que o Google, responsável pelo Youtube, remova os vídeos e adote medidas que impeça a "monetização de vídeos violadores de direitos infantojuvenil", além de pagar "danos morais".

Segundo o documento, é "inegável" o prejuízo da prática ao público, que se torna "receptor de publicidade disfarçada de programação de entretenimento", o que configura "comunicação mercadológica abusiva".

Para o Instituo Alana, a publicidade é abusiva por se aproveitar da ingenuidade das crianças. "Pelo fato de a maioria das crianças acreditar no que ouve e vê, ela também acredita que o serviço anunciado vai realmente proporcionar-lhe os benefícios e os prazeres que a publicidade promete, mesmo que se trate de algo absolutamente irreal e impossível", diz, em nota.

Segundo o instituto, crianças em torno dos 4 anos não seriam capazes de entender quando há a interrupção do programa e entra um intervalo comercial. E só aos 12 anos teriam condição de compreender o caráter persuasivo da publicidade.

Cerco
Ex-presidente da Comissão de Direito InfantoJuvenil da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ricardo Cabezón diz que esta é a maior ação sobre o tema que já tomou conhecimento. "Como estratégia, o Ministério Público precisa mirar no Youtube porque, muitas vezes, os canais não têm contato dos responsáveis", afirma. "A questão é que, por problemas de regulamentação, esses processos sofrem questionamentos técnicos na Justiça."

Em nota, o Google e a Mattel disseram que não iriam se pronunciar. O McDonalds afirma que "não trabalha com youtubers mirins" e que não faz anúncios em canais cuja audiência é de maioria infantil.

O Cartoon Network não respondeu.

3 perguntas para Pedro Luiz Santi, professor da ESPM e psicanalista
1.É possível mensurar o impacto de publicidade por youtubers mirins?

A imitação é o principal mecanismo de aprendizado da criança, então tudo que for veiculado influencia. Na publicidade infantil, há dois planos de identificação. Um é o do "ideal", por exemplo quando há um super-herói. O outro, mais forte, é o plano do "igual". Se o influenciador é também uma criança, o impacto é maior.

2.A publicidade infantil deve ser totalmente restrita?

A completa restrição deixa a criança muito frágil. O ideal é apresentá-la progressivamente à publicidade, de acordo com a idade. Ou corre o risco de, quando for um adulto, virar presa fácil e surtar no dia que entrar em um shopping.

3.O que fazer?

O próprio governo tem buscado criar classificações indicativas. Chamar a sociedade civil para discutir quando cada elemento pode ser apresentado é muito importante.

(Fonte: Felipe Resk) - 08/01/2019
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O Portal da 25 foi lançado em 01 de maio de 2001, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua 25 de março no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para área pessoal e doméstica.