Portais da Cidade

Notcias na 25 de maro

Listando: 1 5 de 1401
Facebook corre atrás de rivais para conquistar criadores de conteúdo

Empresa de Mark Zuckerberg está mudando a plataforma para atrair influenciadores digitais; redes sociais como TikTok, Twitter e YouTube têm investido em ferramentas para facilitar o trabalho do criador

Depois de ter sido berço de memes famosos e grandes tendências nas redes sociais, o Facebook ficou culturalmente para trás nos últimos anos. Com o aumento da popularidade de plataformas como YouTube, TikTok e outros rivais, muitos criadores de conteúdo - que produzem e lucram com seus conteúdos na internet - migraram para serviços que investiram cedo em ferramentas digitais para influenciadores e ofereceram a eles maneiras de ganhar dinheiro com suas produções.

Agora, mesmo atrasada, a empresa de Mark Zuckerberg quer entrar no jogo.

Ao longo do último ano, Chris Cox, diretor de produto do Facebook, acompanhou com surpresa como o Instagram ganhou vida de maneiras que ele não tinha visto antes. Enquanto os jovens buscavam maneiras de se expressar digitalmente na pandemia, Cox foi cativado pelo conteúdo de criadores como Oumi Janta, patinadora senegalesa que vive em Berlim e ganhou fama ao postar vídeos dançando música eletrônica em sua conta no Instagram. O sucesso viral dela - e de outros - fez o Facebook, que é dono do Instagram, perceber que precisava fazer mais para atrair os criadores de conteúdo, disse Cox.

Para tentar se atualizar e atrair a próxima geração de estrelas virais, o Facebook começou a investir milhões de dólares nos principais influenciadores para que eles usassem seus produtos. E ajustou seus maiores aplicativos para se igualar aos concorrentes. Em junho, a empresa organizou a "Creator Week" (Semana do Criador, na tradução do inglês) para celebrar os influenciadores. Mark Zuckerberg, presidente executivo do Facebook, também disse que quer "construir a melhor plataforma para milhões de criadores trabalharem".

"A covid-19 foi um ponto de inflexão onde a indústria e os criadores, de forma geral, começaram a se tornar mais uma economia criativa", disse Cox em entrevista.

Conquistar os criadores de conteúdo ajuda o Facebook a recuperar a empolgação e a capturar mais conteúdo divertido, sobretudo depois de ter enfrentado repetidamente críticas por espalhar desinformação, discurso tóxico e postagens políticas, que afetam o bem-estar das pessoas. Quanto mais os criadores publicam vídeos, fotos e postagens populares no Facebook e em seus aplicativos, aumenta-se a chance de usuários retornarem à rede social. E quando a empresa, em algum momento, solicitar uma redução nos rendimentos dos criadores, isso talvez adicione uma fonte de renda potencialmente lucrativa.

"O Facebook basicamente está dizendo que o Instagram já foi a maior plataforma para influenciadores e agora está perdendo influência nesse espaço", disse Nicole Quinn, investidora de risco da Lightspeed Venture Partners, que estuda o mercado de influenciadores e criadores. "Se eu fosse o Facebook, estaria pensando: Preciso permanecer relevante. Como podemos trazer as pessoas de volta para cá?"

Multiplataforma
No entanto, não será fácil reconquistar os criadores, que cada vez mais têm diferentes opções de redes sociais. Além do Facebook, YouTube e TikTok, outras plataformas também estão correndo atrás dos influenciadores. Em novembro passado, o Snapchat começou a pagar até US$ 1 milhão por dia para criadores de conteúdo usarem sua plataforma, e está lançando mais maneiras para eles ganharem dinheiro, como gorjetas. O Twitter também adicionou uma ferramenta para gorjetas e em breve permitirá que os criadores cobrem uma taxa de assinatura mensal e limitem o acesso ao conteúdo produzido a quem paga por ele.

Atualmente, pelo menos 50 milhões de pessoas em todo o mundo se consideram criadores de conteúdo, de acordo com a empresa de capital de risco SignalFire.

"Há uma absoluta corrida armamentista em curso para atrair e reter criadores no cenário das mídias sociais", disse Li Jin, fundadora da Atelier Ventures, empresa de capital de risco focada na economia do criador. "Todas as principais plataformas perceberam que a relação de valor vem dos criadores que produzem conteúdos que fazem as pessoas continuarem voltando às redes regularmente."

A mudança traz desafios para o Facebook, que tem se concentrado principalmente na venda de anúncios para grandes marcas e também empresas de pequeno e médio porte. E a companhia, em outros momentos, falhou em aproveitar oportunidades para reconquistar criadores.

Em 2016, depois que o aplicativo de vídeos curtos Vine foi encerrado, criadores de conteúdo migraram para o Facebook para postar seus vídeos. Mas a empresa não tinha ferramentas suficientes para os influenciadores ganharem dinheiro na época, então muitos deles transferiram seus trabalhos para o YouTube.

Uma questão tanto para o Facebook como para o Instagram é que as postagens e vídeos de um usuário são veiculados apenas para as pessoas que o seguem, o que significa que conquistar um público com o qual se possa lucrar pode levar anos. Além disso, o Facebook tem mais de 3 bilhões de usuários em todo o mundo.

Portanto, destacar-se na multidão não é uma tarefa fácil.

Além disso, o TikTok tem um algoritmo de descoberta que permite que novos usuários sem seguidores publiquem facilmente um vídeo - e ele é exibido imediatamente para milhões de outros usuários. O aplicativo chinês também estabeleceu relacionamentos com criadores famosos em sua plataforma desde o início, construindo equipes de "parcerias", que ajudam os criadores a crescer e gerenciar seus seguidores, agilizando o suporte técnico a problemas.

Esforços
O Facebook está promovendo mais ferramentas e recursos para ajudar os criadores a ganhar dinheiro. Isso inclui assinaturas mensais de páginas de influenciadores, inclusão de anúncios em vídeos curtos e transmissões ao vivo. Zuckerberg prometeu que o Facebook não terá uma parte dos lucros dos criadores na plataforma até, no mínimo, 2023.

A rede social está desenvolvendo outros produtos para atrair todos os tipos de criadores de conteúdo, de escritores a criadores de podcasts. No mês passado, ela lançou um serviço de boletins informativos que pretende atrair escritores e autores independentes interessados em construir seu público no Facebook. Além disso, foi disponibilizado um recurso em que as pessoas podem conversar por áudio ao vivo com fãs e seguidores. Essas ferramentas miram o mercado de podcasts para competir com aplicativos como o Clubhouse e o Twitter, que tem salas de áudios ao vivo.

Até Mark Zuckerberg passou a adotar memes virais sobre si mesmo. Recentemente, ele postou a foto de uma prancha de surfe que encomendou, com uma ilustração que mostrava ele mesmo com o rosto completamente branco devido à grande quantidade de protetor solar que usava. Foi um meme que circulou amplamente na internet no ano passado.

Durante o fim de semana de 4 de julho, dia da Independência dos Estados Unidos, Zuckerberg também tentou criar um meme com sua imagem. Ele postou um vídeo de si mesmo no Facebook em uma prancha de surfe elétrica em Lake Tahoe, Califórnia, segurando uma bandeira dos Estados Unidos gigante balançando ao vento. Os criadores de conteúdo entraram em ação e o vídeo tornou-se um meme quase imediatamente. /TRADUÇÃO DE ROMINA CÁCIA

(Fonte: Mike Isaac e Taylor Lorenz Estadão) - 02/08/2021
Investidores do Vale do Silício miram mercado de influenciadores digitais

Criadores de conteúdo estão atraindo o interesse de grandes empresas de capital de risco; dinheiro de verdade está sendo investido em ferramentas digitais, não nas personalidades da internet

Geralmente jovens e nativos digitais, os criadores de conteúdo são pessoas que conquistam público na internet e encontram uma maneira de ganhar dinheiro com essa audiência. A atividade aos poucos virou profissão, e os grandes investidores do Vale do Silício cada vez mais veem os influenciadores como a próxima fonte financeira a ser explorada na internet.

A chamada economia do criador, que oferece ferramentas digitais para influenciadores e os ajuda a administrar seus negócios, é um mercado enorme e pouco explorado. A empresa de capital de risco SignalFire estima que 50 milhões de pessoas no mundo se consideram criadores de conteúdo, enquanto o site de notícias de tecnologia The Information calcula que as empresas de capital de risco investiram US$ 2 bilhões em 50 startups focadas em criadores de conteúdo até agora.

Em meados de julho do ano passado, Tucker Schreiber, 28, cofundador de uma startup chamada Combo, sentiu esse movimento. A empresa trabalhava no desenvolvimento de uma plataforma de edição de vídeo, e Schreiber percebeu que estavam chegando mais e-mails em sua caixa de entrada. Embora sua empresa não tivesse funcionários ou produtos, e nem tivesse dito que estava precisando de dinheiro, investidores estavam enviando uma enxurrada de mensagens. "Comecei a
receber de cinco a dez e-mails por dia, durante várias semanas, diretamente de investidores", disse.

O crescimento da economia do criador mostra uma renovação no interesse pelas redes sociais entre os investidores de risco, que durante anos pensaram não haver sentido em procurar novas apostas frente ao sucesso de plataformas como o Facebook e a Snap, que dominaram completamente o mercado.

O interesse pode oferecer legitimidade ao que alguns ainda pensam ser um negócio marginal. Isso também pode contribuir para a noção de que este mundo crescente de dancinhas, bate-papo e comédia é mais do que uma cultura jovem efêmera.

Apostas
Mas, como diz o ditado, em vez de dar o peixe, é melhor dar instrumentos para pescar. O Vale do Silício parece muito mais interessado nas ferramentas e plataformas digitais usadas pelos criadores de conteúdo do que em investir diretamente neles.

No mês passado, por exemplo, a empresa de capital de risco Founders Fund liderou uma rodada de investimentos de US$ 15 milhões na Pietra, uma startup que tem como objetivo ajudar influenciadores a lançar linhas de produtos. Em abril, a Seven Seven Six, uma empresa de capital de risco dirigida por Alexis Ohanian, cofundador do Reddit, e a Bessemer Venture Partners, anunciaram um investimento de US$ 16 milhões na PearPop, uma plataforma que ajuda os criadores a

monetizar suas colaborações e interações nas redes sociais.

A lista é longa. Em fevereiro, a conhecida empresa de capital de risco Andreessen Horowitz liderou um investimento na Stir, uma plataforma que auxilia os criadores a gerenciar como eles ganham dinheiro - o aporte fez a empresa chegar ao valor de mercado de US$ 100 milhões.

O Dispo, um aplicativo de compartilhamento de fotos que imita a experiência de câmeras digitais, recebeu US$ 4 milhões em uma rodada de financiamento liderada pela Seven Seven Six e uma rodada de investimento adicional de US$ 20 milhões liderada pela Spark Capital. O Benchmark liderou uma rodada de investimentos, de acordo com relatos, no valor de US$ 20 milhões para o Poparazzi, um aplicativo que permite aos amigos dos usuários postar fotos em seus perfis, transformando essas pessoas, na prática, em seus "paparazzi".

E, em seguida, temos o Clubhouse, o peso-pesado desse mercado jovem, dando muito o que falar no Vale do Silício, na imprensa e no mundo do entretenimento. A rede social é construída em torno de salas de bate-papo apenas de áudio. Em abril, a plataforma arrecadou US$ 200 milhões em uma rodada de financiamento liderada pela Andreessen Horowitz, levando sua avaliação para cerca de US$ 4 bilhões.

"Quando comecei no capital de risco em 2016, havia essa crença disseminada de que seria muito difícil outra grande rede social surgir", disse Li Jin, fundador da Atelier, empresa de capital de risco focada no mundo dos criadores da internet.

O TikTok derrubou completamente essa crença. Ao focar nos influenciadores, o aplicativo impôs mudanças nas redes sociais tradicionais, como Instagram e Twitter, que se esquivavam de atender as necessidades das pessoas que estavam criando conteúdo popular em suas plataformas.

O TikTok permitiu que personalidades talentosas das redes sociais fossem descobertas mais facilmente e deu a elas um caminho mais direto para ganhar dinheiro por meio do Fundo para Criadores, que paga uma determinada quantia a criadores com base no número de visualizações.

"As plataformas de redes sociais mais antigas envolviam mais interações entre amigos na internet", disse Linus Walton, vice-presidente do Chernin Group, empresa de consultoria de investimentos focados no setor de criadores. Agora "é tudo para se tornar aquele influenciador ou a nova estrela do TikTok que todos os seus amigos estão assistindo."

Serviços de assinatura como OnlyFans e Patreon, nos quais os fãs pagam aos criadores pelo acesso ao conteúdo premium, também ajudaram os investidores a perceber que existia um grande espaço para o negócio de criar ferramentas para criadores. Agora a palavra "criador" se transformou em um termo da moda e é anexado a todos os tipos de negócios para atrair investidores.

"Existem mais startups do que criadores na economia do criador", brincou no Twitter, em abril, Turner Novak, fundador da Banana Capital, que investe em startups de tecnologia em estágio inicial.

Rex Woodbury, 27 anos, diretor da empresa de investimentos Index Ventures, em São Francisco, representa um pouco dos dois mundos. Ele começou como um influenciador, construindo uma audiência de mais de 237 mil seguidores no Instagram com suas postagens sobre estilo de vida. Depois de se formar na faculdade, ele se dedicou em tempo integral aos investimentos, onde conquistou um nicho como autoridade na economia do criador.

Ele entrou na Index Ventures em dezembro, justo quando os investidores de risco estavam começando a ficar interessados nos criadores e procuravam a ajuda de pessoas que entendiam o cenário. "Muitos jovens investidores têm confiança nisso porque somos nativos digitais", disse Woodbury. "Este é o mundo no qual crescemos."

Atualmente, grandes plataformas como Spotify, Twitter e Facebook estão correndo para alcançar as startups, especialmente o Clubhouse. O Spotify anunciou recentemente seu novo aplicativo para conversas de áudio ao vivo, o Greenroom, um concorrente do Clubhouse que o Spotify desenvolveu após adquirir a startup de bate-papos por áudio Locker Room. O Twitter já adicionou à sua plataforma sua aposta para concorrer com o Clubhouse, o Espaços. E tanto o Twitter quanto o Facebook estão se lançando nos serviços de newsletter para competir com o sucesso do Substack, que permite aos usuários configurar facilmente assinaturas para o que eles escrevem.

Entretanto, embora os investidores estejam correndo para colocar seu dinheiro em startups voltadas para as redes sociais, não é tão óbvio se alguns dos aplicativos no mercado irão durar. O Dispo enfrentou uma reação negativa em março após um de seus cofundadores, a estrela do YouTube David Dobrik, ser envolvido em uma polêmica por acusações de abuso sexual contra uma integrante do "Vlog Squad", grupo de pessoas que participavam dos vídeos produzidos por
ele. Logo em seguida, a Spark Capital disse que cortou todos os laços com a empresa. Já a Seven Seven Six não rompeu os laços, mas disse que doaria os lucros a uma organização que trabalha com vítimas de abusos sexuais. / TRADUÇÃO DE ROMINA CÁCIA

(Fonte: Taylor Lorenz e Erin Woo Estadão) - 02/08/2021
Renda extra: veja como se tornar entregador do Mercado Livre

A pandemia de covid-19 aumentou o número de desempregados no Brasil. Entre dezembro de 2020 e fevereiro de 2021, o País registrou um recorde histórico de 14,4 milhões de pessoas em busca de uma colocação. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ao mesmo tempo, no entanto, os serviços digitais despontaram. E, para cumprir os prazos, a logística ficou em evidência. Tanto que o termo “como se tornar entregador do Mercado Livre” foi parar no topo das pesquisas do Google.

Desde 2018, inclusive, o Mercado Livre trabalha com uma modalidade chamada de Mercado Envios Flex. Ela permite que o vendedor trabalhe com o prazo de entrega no mesmo dia, usando bicicleta, moto ou carro para realizar o serviço. Isso faz com a loja ganhe destaque dentro do marketplace. Só que não é qualquer pessoa que pode se tornar um entregador neste contexto.

Conheça o Mercado Envios Flex
O Mercado Envios Flex é um recurso criado para os vendedores que, por enquanto, só funciona no estado de São Paulo. A ideia é que eles não dependam de transportadoras, substituindo o serviço por um entregador próprio, que vai deixar o produto na casa do cliente no mesmo dia.

Esta é a única forma de trabalhar com o recurso. Isso porque, após baixar o aplicativo (disponível para Android), o usuário só tem acesso a uma ferramenta de leitura do código do produto. Ou seja, não há chamadas ou notificações de pedidos próximos, como ocorre com a Uber. É necessário ter a encomenda em mãos para iniciar a rota.

Quem quiser trabalhar como entregador do Mercado Livre por meio desta modalidade deve procurar vendedores na região e oferecer seus serviços. No entanto, existe uma alternativa mais simples para trabalhar na categoria.

Como se tornar entregador do Mercado Livre
Desde 2016, a plataforma Eu Entrego conecta vendedores do Mercado Livre a uma comunidade de profissionais independentes. Para fazer parte do time de logística, a pessoa deve acessar a página oficial do serviço e se cadastrar em “Quero Ser Um Entregador”. Após o registro, é necessário baixar o aplicativo no Android ou iOS e usar as mesmas credenciais para acessá-lo.

Agora, sempre que houver uma encomenda próxima a você, o app avisará com uma notificação. Basta aceitar o pedido e se tornar o entregador do Mercado Livre da vez.

(Fonte: Bianca Bellucci) - 22/06/2021
A surpresa de Spielberg e Netflix juntos

A produtora dos filmes do diretor, Amblin, fará filmes com a Netflix
O tempo passa, e algumas parcerias acabam sendo surpreendentes. A novidade do dia foi uma delas. A Netflix anunciou uma pareceira com a Amblin Partners para produzir múltiplos filmes pra o serviço de streaming por ano. A surpresa no caso é porque um dos chefes do estúdio (que produziu boa parte de seus grandes filmes) é Steven Spielberg. E lembra que em 2019 o cineasta foi contra a presença de filmes da Netflix entre os indicados ao Oscar?

Hammond & Maltin: The Oscar Netflix Streaming Spielberg Conundrum – Deadline
Só para recordar… Na ocasião, Spielberg disse que a Academia deveria barrar filmes da netflix de concorrer ao Oscar. Mas, um tempo depois, ele disse numa

entrevista ao new York Times que a coisa não tinha sido bem assim. O que ele tentou foi reafirmar seu apoio à experiência de ir ao cinema. “Eu quero que as pessoas escolham seu entretenimento da forma que quiserem. Telas grandes ou pequenas – o que realmente importa para mim é uma ótima história. E todo mundo tem que ter acesso a ótimas histórias.”

Bem, o tempo passa e as coisas mudam rapidamente. Segundo o que se sabe do acordo entre Amblin e Netflix, serão dois filmes por ano. Só nãos e sabe por quantos anos. E Spielberg poderá dirigir inclusive alguns dos projetos. Isso, no entanto, aparentemente não vai afetar a parceira de décadas da Amblin com a Universal. O próximo projeto de Spielberg, um história semi-autobiográfica com Michelle Williams, deverá ficar na Universal.



Steven Spielberg To Write & Direct A Film Inspired By His Childhood With Michelle Williams To Star
Eliane Munhoz

Para saber mais sobre filmes e séries, acesse blogdehollywood.com.br

(Fonte: Eliane Munhoz) - 22/06/2021
Bitcoin está caindo e o ditado “compre na baixa” não é uma realidade

O Bitcoin está caindo, e isso é um grande pretexto para muitos traders tirarem vantagem do lema “compre na baixa”: comprar quando o preço passa por uma correção brusca.

Mas isso aparentemente não está acontecendo.

De acordo com Santiment, tanto o colapso dos preços do BTC quanto da Ethereum estão levando a uma estagnação no movimento de compra. Ou seja, houve uma queda no investimento, o que também levou a uma queda no preço.

A duração dos investimentos também está caindo e parece cada vez mais curta. E isso parece sugerir um aumento na especulação.

O ditado “Compre na baixa”
Esse ditado é muito usado nos mercados financeiros, mas também no contexto de Bitcoins e criptomoedas. Traduzido, o ditado indica que se deve comprar quando o mercado cai e vender quando o mercado sobe.

Na prática, a sugestão é investir aproveitando a queda do preço, os “saldos”, por assim dizer, e ganhar na próxima alta, possivelmente vendendo.

Este é obviamente um ditado e não uma lei das finanças, portanto, sua validade depende do contexto individual.

Por que o Bitcoin está caindo
Nesse caso, o mercado de Bitcoin e Ethereum sofreu um forte golpe. O Bitcoin caiu para menos de US$44.000, uma das maiores quedas dos últimos tempos.

Ethereum também está em baixa e saiu dos máximos de US$4.300 da semana passada para os atuais US$3.400.

O que poderia ter desencadeado essa correção pesada? Provavelmente mais um tweet de Elon Musk, que parece cada vez mais cético em relação ao Bitcoin por causa de seu consumo de energia.

Na manhã desta segunda-feira (17), no entanto, o CEO da Tesla esclareceu que a montadora não vendeu o BTC que comprou em fevereiro.

Mas também é verdade que quem vive no mercado de criptomoedas sabe que aumentos repentinos como os que estão ocorrendo desde outubro de 2020 podem ser seguidos de choques muito violentos com perdas de 10-20% em um curto espaço de tempo.

Foi o que aconteceu nos últimos dias. No entanto, precisamente por causa deste contexto, não é uma boa ideia confiar em ditos para futuras estratégias de investimento. Uma regra sempre se aplica: tenha cuidado.

Listando: 5 de 1401

Anuncie

Sobre o Portal da 25 de Março

O Portal da 25 de Março foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área doméstica em geral.